13 franquias que deveriam adotar o Open World

Os jogos de mundo aberto – open worlds – exigiam seus próprios gêneros nos anos passados, uma vez que o hardware limitado significava que essas grandes áreas vinham ao custo de recursos visuais ou complexidade de jogo.

À medida que os consoles melhoraram, os mundos de jogos cresceram em tamanho e profundidade, ao ponto em que qualquer franquia de jogos poderia se abrir pra uma experiência maior com um mundo menos linear.

Um monte de franquias se mantém lineares, por isso aqui estão 13 títulos que realmente precisam injetar uma jogabilidade de mundo aberto em suas fórmulas. Vamos apenas esperar que essas ideias se espalhem pras pessoas certas.

1. Left 4 Dead

leff 4 dead wallpaper

Rumores dizem que o FPS de sobrevivência a zumbis da Valve foi originalmente concebido como um projeto de mundo aberto e, mesmo que isso não seja verdade, certamente parece uma boa ideia. Os mapas mais abertos foram alguns dos melhores da série, então uma estrutura de level design completamente aberto poderia beneficiar a série imensamente e adicionar ainda mais medo das hordas cada vez maiores. Eu não tenho ideia de como o multiplayer iria funcionar, mas estou confiante de que a Valve iria encontrar uma solução.

2. Monster Hunter

Monster Hunter 3 Ultimate wallpaper

Eu acho que este é um título fácil, pois a série Monster Hunter sempre teve um foco em grandes caçadas, mas as áreas em si são sempre seções menores que estão conectadas a um conjunto maior de forma fragmentada. Com menos telas de loading e uma sensação mais imersiva de continuidade, seria ótimo se os futuros jogos Monster Hunter apresentassem mapas abertos maiores em vez das seções numeradas que estamos acostumados.

3. Hitman

Hitman-Sniper

São os NPCs que tornam a série Hitman tão excitante. Afinal, quem mais vai ser enganado pela nossa habilidade de trocar de roupas e passar andando discretamente? O mais ou menos recente Absolution conseguiu produzir centenas de NPCs numa só tela em alguns de seus níveis mais memoráveis, e investigar essas muitas pessoas foi uma experiência incrível. Agora imagine se fossemos capazes de manter essas jogabilidades pelo jogo todo. O mundo aberto seria um bom chamado, eu acho.

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4. Final Fantasy

final fantasy xi

Alguns diriam que o JRPG tradicional é o mundo aberto em certa medida e, embora eu possa ver este argumento com validade pra alguns títulos Final Fantasy, o 10 e o 13 passaram longe desse conceito. O 15, por outro lado, é um sucesso de críticos, de vendas e, mais importante, entre os jogadores. A série tem lutado com a linearidade e a presença do mapa do mundo nos últimos anos, algo que poderia ser alterado, se a série assumir uma influência mais evidente do modelo do mundo aberto.

5. Splinter Cell

splinter-cell-fanfilm

Semelhante ao Hitman, Splinter Cell Conviction apresentava algumas seções que caracterizavam multidões de civis. Contudo, a maioria dos NPCs era mais cosmética do que qualquer outra coisa, mas nos trouxe algumas cenas impressionantes. Considerando os vídeos originais de Conviction, a ideia inicial era um estilo de jogo menos linear antes de ter sofrido a sua conversão pro que atualmente conhecemos, algo que poderia ter sido um movimento revigorante pra mecânica da série.

6. Call of Duty

Call of Duty Advanced Warfare-Advanced Arsenal

Numa franquia que quase define totalmente a linearidade, um mundo aberto é uma das únicas maneiras reais que eu posso imaginar o singleplayer da série recebendo qualquer inovação. Multiplayer seria mais complicado pra esta mudança e eu sinceramente duvido que a Activision deixaria seu multiplayer – suas vacas leiteiras de dinheiro – ser modificado a tal ponto. Dito isto, as campanhas do CoD poderiam realmente receber algum material fresco e uma estrutura de mundo aberto pode ser tudo o que falta pro mundo parar de falar que FPS é tudo igual.

7. Bioshock

bioshock

A força da série Bioshock sempre esteve nos seus mundos. Se o próximo Bioshock for um mundo aberto, ele poderia permitir que todos seus mundos deslumbrantes se conectem e até mesmo floresçam em novas camadas de complexidade e insanidade.

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8. Mario

Super Mario RPG

Mario nunca teve medo de novas ideias – muito pelo contrário -, mas eu ainda acho que a série poderia ser grande exemplo do formato não-linear. A série 3D sempre girou em torno de mini-mundos e alguns destes têm representado os melhores segredos da série. Desde as seções secretas do castelo da Peach aos colecionáveis em Delfino, esses mapas são muitas vezes os locais mais memoráveis de seus respectivos jogos. Seja em 2D ou 3D, os segredos de Mario poderiam ser escondidos em um mundo aberto, o que faria um jogo de plataformas infernalmente viciante.

9. Half-Life

half-life

Outro exemplo de um jogo da Valve que clama por menos linearidade. Os jogos Half-Life sempre usaram a sugestão inteligente pra apresentar níveis maciços que nunca parecem confusos e, embora o efeito seja impressionante, não muda o fato de que Half-life sempre foi uma experiência linear. Explorar a City 17 livremente seria algo mais saboroso e daria realmente ao Half-Life 3 a novidade que ele precisa pra sobreviver à empolgação que o cercou todos estes anos.

10. Mirror’s Edge

mirror's edge

A cidade de Mirror’s Edge é visualmente impressionante, apresentando um verdadeiro playground pra a mecânica “free-running” do jogo. Que vergonha, então, que o título original tenha se perdido na metade do caminho e nos afunilado em corredores cada vez mais apertados. Se um novo Mirror’s Edge entrar em produção, um mundo aberto iria resolver o problema do level design de corredores, abrindo-se pra deixar o jogador no centro do palco.

11. Pokémon

Pokemon Red Blue

Se pensar bem, Pokémon nunca precisou ser linear. Você precisa de 8 insígnias pra entrar na Liga, do que importa em qual ordem você vai conquistá-las? Pense em todas as oportunidades que um Pokémon mundo aberto trariam: além de escolher a ordem das cidades e masmorras a explorar, poderíamos ter ainda mais ginásios pra desafiarmos – um número mínimo pra entrar no torneio final e o restante opcional -, cada cidade poderia ter toda uma variedade de side quests dentro e cada jogador escolheria um foco pra si – quer combater o crime organizado, ajudar os cientistas, caçar monstros raros, tirar fotos, tudo isso ao mesmo tempo ou simplesmente nada disso?

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12. Silent Hill

silent hill 4 the room

Tal qual Pokémon, Silent Hill nunca precisou ser linear. Seu personagem é alguém com um passado sombrio que foi parar na pior cidade da face da Terra, por que ele precisar seguir uma ordem pré-estabelecida de localidades. Em Silent Hill, cada masmorra – hospital, escola, igreja, hospício, hotel etc – poderia estar lá, apenas esperando ser explorada – o que poderia gerar ainda mais receio. O enredo poderia ser construído pelo quebra-cabeça dos fragmentos da verdade que você descobriria em cada área, pra ir entendendo seus fantasmas do passado aos poucos, até você se sentir pronto pra ir pro final do jogo – com todas as verdades, só algumas ou nenhuma. Maior liberdade também abriria mais possibilidades de finais e mais satisfação dos jogadores em jogar mais de uma vez pra quais destinos seu personagem desafortunado pode encontrar.

13. Warcraft

warcraft 2

Não estou falando do MMO World of Warcraft, mas sim do tão esperado Warcraft 4 – sonhar não custa nada. A ideia aqui seria misturar a estratégia militar de Warcraft com o simulador de civilização como Age of Empires e Civilization, que, em alguns dos seus títulos, construíam a narrativa pelo passar do tempo em vez de etapas estabelecidas. Lógico, cutscenes, diálogos e etapas no enredo seriam muito bem-vindos, mas uma jogabilidade de estratégia num mundo gigantes e não dividido em pequenos mapas poderia revolucionar e até trazer de volta o gênero.

Você concorda com essa lista? Você tem mais algum título a acrescentar? Deixe-nos saber na seção de comentários abaixo.

Autor: Bernardo Stamato.


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