As 15 capas mais icônicas de HQs do Homem-Aranha

Uma boa capa tem que servir a múltiplos propósitos. Primeiro e mais importante, tem que atrair o leitor, seduzindo-o a pegar o quadrinho e descobrir as delícias que o esperam por dentro. Ela também tem que atuar como um resumo visual do conteúdo da edição, insinuando a história dentro sem estragar qualquer momento chave. É um equilíbrio mais complicado de encontrar do que pode parecer, e é uma razão pela qual a Marvel rapidamente abandonou as capas ao estilo pin-up que o Joe Quesada exigia como editor-chefe.

Depois da sua primeira aparição em 1962, o Homem-Aranha estrelou em milhares de capas, incluindo algumas das mais reconhecidas dos quadrinhos. Aqui estão 15 das capas mais emblemáticas do Cabeça de Teia. Não necessariamente as melhores capas do Homem-Aranha de todos os tempos. Em vez disso, estou me concentrando no ícone: aquelas capas que são instantaneamente reconhecíveis e muitas vezes ligadas a momentos históricos.

15. AMAZING SPIDER-MAN #1

amazing spider-man #1

Como a primeira edição da revista solo do Homem-Aranha, a colocação desta capa pode parecer bastante baixa. No entanto, apesar de seu significado histórico, a capa em si talvez não seja tão imediatamente reconhecível como outras nesta lista. O que destaca é o gênio do marketing que foi fundamental pro sucesso da Marvel na década de 60. O Cabeça de Teia – ainda um tanto desconhecido, pois só havia aparecido em uma história antes dessa – está diante do Quarteto Fantástico, o grupo que iniciou o renascimento da Marvel nos anos 60. Apesar de estar preso pelo Quarteto, ele parece indiferente e positivamente arrogante. Qual leitor poderia resistir a comprar o quadrinho pra descobrir como a história se desenrolou?

A capa também é notável por ser uma colaboração entre dois titãs artísticos: Jack Kirby e Steve Ditko. Kirby – o artista do Quarteto Fantástico na época – desenhou a capa, enquanto Ditko coloriu. O trabalho de Kirby resplandece na descrição do Quarteto Fantástico: a autoconfiança de Reed, a beligerância de Ben e a cautela de Sue são evidentes. A contribuição de Ditko também é clara, com a figura do Homem-Aranha bem perto da versão que os leitores iriam começar a amar nos próximos meses.

14. AMAZING SPIDER-MAN #251

amazing spider-man #251

Esta edição é um exemplo perfeito de uma capa marcante e memorável que encapsula perfeitamente os eventos dentro da história em quadrinhos. Durante meses, Roger Stern estava construindo o Duende Macabro como o novo inimigo do Homem-Aranha, com o mistério apenas aprofundado pela incerteza em torno de sua verdadeira identidade. A história ofereceu sugestões e pistas vagas, mas nada de concreto, com fatos promissores frequentemente levando a becos sem saída.

Na edição #251, o Homem-Aranha finalmente derrotou o Duende Macabro. O vilão estava determinado a punir o nosso herói pela destruição do legado de Norman Osborn, enquanto o Aranha estava determinado a finalmente desmascarar o inimigo que o atormentava por tanto tempo. A batalha culminou com os dois combatentes entrando na água em uma van fora de controle. Quando o Homem-Aranha ressurgiu, ele tinha a máscara do Duende Macabro, mas seu dono havia escapado com sua identidade ainda desconhecida. Enquanto a arte interior foi de Ron Frenz, Ed Hannigan desenhou a capa, com tintas de Klaus Janson. Os principais elementos da capa combinam perfeitamente: o braço levantado do Aranha simboliza sua determinação enquanto a expressão na máscara vazia do Duende Macabro zomba de seus esforços.

13. WEB DE SPIDER-MAN #1

web of the spider #1

O visual negro do Homem-Aranha pode ser um tema divisivo entre os fãs. Pra alguns, ele nunca pode competir com o traje original. Pra outros, representa um momento excitante quando o status quo estava em fluxo e havia novas possibilidades pra contar histórias. E vamos ser honestos, esse uniforme é muito legal. Web of Spider-Man #1 foi uma edição significativa pra Marvel de várias maneiras: marcou a estreia da terceira série em andamento do Aranha, tomando o lugar do cancelado da Marvel Team Up, e também apresentou boa parte da base estabelecida pra entidade que se tornaria o Venom.

Essa edição de Web lutou contra a percepção de que seria um título supérfluo do Homem-Aranha. Enquanto muitas das histórias não fizeram nada pra alterar essa percepção, a capa da primeira edição era uma indicação da sua intenção. Homem-Aranha sombrio e temperamental em seu traje negro pintado pelo renomado artista Charles Vess. Na próxima edição, o Homem-Aranha retornou ao seu traje vermelho e azul e as capas retornaram às obras tradicionais de artistas como Greg LaRocque e John Byrne. Tão bom quanto elas eram, não podiam competir com a obra-prima de Vess.

12. AMAZING SPIDER-MAN #121

amazing spider-man #121

A Morte de Gwen Stacy é uma das mais poderosas histórias do Homem-Aranha já contadas, marcando o encerramento de um capítulo da vida de Peter Parker e a escalada de Norman Osborn como o inimigo mais odiado de Peter Parker. A história é tão conhecida, constantemente sendo referenciada ou homenageada, que é fácil esquecer que a morte veio como uma grande surpresa pra maioria dos leitores na época. O título da história foi propositadamente mantido até o final da edição, e enquanto a capa prometia uma morte, leitores cansados teriam sido perdoados por assumir que era apenas mais uma hipérbole da Marvel.

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Enquanto Gil Kane ilustrou os interiores desta edição, a capa foi feita por John Romita, algo que era estranhamente adequado. Romita tinha assumido o Amazing Spider-Man na edição #39, após a saída de Steve Ditko, e em muitos aspectos tinha definido a aparência de muitos dos personagens de apoio do Homem-Aranha – particularmente Gwen Stacy e os Osborns. A morte de Gwen nesta edição – e a morte aparente de Norman na edição seguinte – deu a impressão do fim de uma era, e é por isso que a capa de Romita, destacando as pessoas centrais na vida do Homem Aranha, funcionou tão bem.

11. AMAZING SPIDER-MAN #300

amazing spider-man #300

Amazing Spider-Man #300 foi uma raridade, sendo uma edição de aniversário que realmente continha desenvolvimentos significativos pro nosso herói. Nesta edição, o Homem-Aranha teve seu primeiro confronto com Venom, enquanto a edição termina com ele tomando a decisão de abandonar o traje negro e retornar ao bom e velho vermelho e azul. A capa também é memorável, sendo um clássico do Todd McFarlane com o Cabeça de Teias balançando através da cidade em uma pose que faria o instrutor de aeróbica mais flexível gemer de dor.

McFarlane tinha assumido Amazing Spider-Man na edição #298, introduzindo dois elementos que ajudariam a definir o visual do herói pro futuro. Ele desenhou os olhos sobre o traje significativamente maiores do que muitos outros artistas, enquanto o detalhe intrincado na teia – levando o apelido de espaguete de teia – fez maravilhas por sua popularidade com outros artistas, que passaram a seguir este modelo. As vendas enormes desta edição, tanto devido ao aniversário quanto à popularidade explosiva de Venom, significaram que esta capa se tornou imediatamente reconhecível.

10. AMAZING SPIDER-MAN #316

amazing spider-man #316

Você simplesmente não consegue manter um bom Simbionte derrotado, e a popularidade enorme do Venom significou que ele logo retornou pra uma revanche contra o Cabeça de Teias. Parte da atração de Venom foi a moda dos vilões ridiculamente poderosos dos anos 90. A natureza selvagem de Venom e a ameaça real que ele apresentou ao Aranha era, portanto, material de leitura obrigatória pros fãs de quadrinhos. Esta capa representa isto perfeitamente: o Homem-Aranha está no chão, com o olhar perdido, enquanto a forma imponente de Venom se aproxima dele, pronto pra terminar o trabalho.

Embora grande parte do reconhecimento desta capa venha do seu status como uma aparição chave do Venom, a arte de McFarlane também é fundamental. Pra muitos fãs, ele desenhou a versão definitiva de Venom: um monstro forte, mas não excessivamente musculoso, com dentes, mas sem a saliva excessiva e a língua de cobra das versões posteriores. O próprio McFarlane deve estar ciente do status icônico desta capa, pois mais tarde ele a replicou pra Spawn #222, com o personagem Tremor em pé como o Venom.

9. AMAZING SPIDER-MAN #252

amazing spider-man #252

A cronologia dos quadrinhos pode muitas vezes ser uma besta complicada. Caso em questão: o Homem-Aranha foi mostrado pela primeira vez em seu traje negro sete meses antes dele realmente conquistá-lo. A razão pra isso é que na capa dos quadrinhos da Marvel, datada de maio de 1984, os heróis da Marvel foram mostrados sendo transportados pro Battleworld pra participar da série Guerra Secreta. Na próxima edição das suas séries em curso, alguns heróis pareceram mais afetados do que outros por suas experiências. Mulher-Hulk substituiu o Coisa no Quarteto Fantástico, o Hulk tinha uma perna quebrada e o Homem-Aranha ganhou um novo traje. Os leitores tiveram que seguir o título Guerra Secreta pra descobrirem as razões pra essas mudanças.

A Marvel foi pega de surpresa pela reação dos fãs ao traje negro, com a resposta tão positiva que se tornou a assinatura do Cabeça de Teia durante quase quatro anos. Como esta edição é a primeira aparição do referido traje, ela é considerada mais icônica do que Secret Wars #8, onde o Aranha realmente recebeu o traje. Ron Frenz e Klaus Janson também utilizam uma bela presunção, imitando e atualizando a capa de Amazing Fantasy #15.

8. AMAZING SPIDER-MAN #33

amazing spider-man #33

Existem algumas sequências em quadrinhos onde script e arte se fundem perfeitamente pra fazer uma combinação gloriosa. Este foi o caso pra esta edição, a conclusão do enredo de Stan Lee e Steve Ditko, “Master Planner”. Quando esta edição começa, o Homem-Aranha está preso sob uma máquina enorme e pesada, incapaz de se libertar e salvar a vida de sua amada tia May. Mas o Cabeça de Teia é um herói e ele ama sua tia mais do que a própria vida. O diálogo de Stan tem Peter tentando se motivar pra alcançar o aparentemente impossível, enquanto os lápis de Ditko mostram que ele gradualmente começa a elevar o grande peso acima de sua cabeça.

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Quando o Aranha finalmente consegue sua liberdade, levantando o maquinário, temos um momento triunfante. Como um exemplo da força do herói, sua vontade indomável e sua preocupação por seus entes queridos, esta história é quase sem pares. O que torna essa sequência de páginas ainda mais impressionante é que Stan originalmente tinha previsto que o Homem-Aranha se libertasse de sua prisão no espaço de alguns painéis. Steve Ditko tinha outras ideias e, ao expandi-la pra várias páginas, criou uma sequência clássica do nosso herói. A capa capta este momento com perfeição, destacando o tamanho do desafio que o Homem-Aranha enfrentou.

7. WEB DE SPIDER-MAN #32

web of the spider #32

Não é exagero afirmar que A Última Caçada de Krave, o crossover de seis partes que apareceu nos principais títulos de Spider-Man em 1987, foi um evento significativo. Pra começar, um vilão do Homem-Aranha que costumava ser visto como uma piada se tornou um adversário perigoso e assustador, com esperanças e medos reconhecíveis. O roteiro de J.M. DeMatteis não decepcionou os leitores, com o Homem-Aranha enfrentando tortura psicológica e a jornada de vida de Kraven chegando a um fim violento. A partir do momento em que Kraven atirou no Aranha a curta distância, ficou claro que não se tratava de um conto comum. As próximas duas edições mostraram Kraven assumindo o papel do Homem-Aranha, enquanto Peter Parker foi deixado enterrado numa sepultura recém-cavada. Nesta edição, a quarta parte do crossover, Peter começa sua jornada pra retomar sua vida.

A capa – uma imagem poderosa de Mike Zeck – capta perfeitamente um dos momentos decisivos do crossover, onde o Peter Parker enfrenta seus demônios internos e encontra força pra sair vivo da sua sepultura. É um momento de afirmação de vida, com a imagem da capa igualada – e talvez até melhorada – por uma imagem similar de página inteira na própria história.

6. AMAZING SPIDER-MAN #583

amazing spider-man #583

Uma das capas mais icônicas do Homem-Aranha dos últimos anos quebrou com a tradição ao não apresentar um super-vilão ou uma pose atraente do nosso herói. Na verdade, o Cabeça de Teia nem foi o foco principal desta capa variante pra Amazing Spider-Man #583. A razão pra popularidade desta capa foi que ele apresentou o 44º Presidente dos Estados Unidos: Barack Obama. Publicado em janeiro de 2009, pouco antes da inauguração de Obama, a capa ajudou a edição vender como banana, passando por cinco impressões diferentes.

A razão pra inclusão aparentemente aleatória de Obama em uma capa do Homem-Aranha foi resultado das entrevistas com a equipe do então candidato a presidente fornecendo informações de que Obama colecionava quadrinhos do Homem-Aranha e do Conan, o Bárbaro. Pra Marvel, esta foi uma oportunidade promocional muito boa. Além de ser destaque nesta capa variante por Phil Jiminez, Obama também foi o foco de uma tira intitulada Aranha conhece o Presidente, onde o nosso herói impediu que o Camaleão personificasse Obama. Jiminez mais tarde homenagearia seu próprio trabalho em Amazing Spider-Man #599, substituindo Obama por Nixon. Resta saber se a Marvel vai imortalizar outros presidentes da mesma forma.

5. AMAZING SPIDER-MAN #39

amazing spider-man #39

Esta foi a edição onde tudo mudou, tanto pra Marvel quanto pro Homem-Aranha. Steve Ditko, o gênio que havia trazido o mundo do Aranha à vida e tinha planejado quadrinhos por meses havia deixado a Marvel. Seu substituto foi John Romita, que fez renome com o Demolidor, mas foi principalmente conhecido por seu trabalho em quadrinhos românticos da Marvel. Tudo poderia ter dado terrivelmente errado. Em vez disso, a magia aconteceu. Amazing Spider-Man #39 foi o ponto de partida pra outra era do Cabeça de Teia, adornada com uma das mais emblemáticas capas da Marvel: o Peter Parker desmascarado à mercê do Duende Verde.

Os rumores variam sobre o que Stan Lee e Steve Ditko tinham planejado pra revelar a identidade do Duende. Enquanto Stan afirmou que Ditko queria que ele fosse um novo personagem, Ditko afirmou que ele sempre pretendia que ele fosse Norman Osborn. Seja qual for a verdade, a revelação da identidade veio nesta edição, a primeira de Romita. Romita também fez uma outra contribuição vital pro mito do Duende Verde, habilmente representando a desafiadora física do penteado de Norman Osborn.

4. AMAZING SPIDER-MAN #129

amazing spider-man #129

Esta edição marcou a introdução de Frank Castle, o Justiceiro, que se tornaria uma das maiores estrelas da Marvel na década de 80. E que capa pra fazer sua revelação! Enquanto muitos inimigos do Homem-Aranha da época usavam trajes vistosos ou eram de natureza sobrenatural, o traje negro funcional e o logotipo icônico de crânio do Justiceiros imediatamente o fizeram se destacar. A capa também é habilmente projetada, com o Cabeça de Teia travado na mira do rifle do Justiceiro, enquanto a legenda da capa fala das suas credenciais letais. Este texto de capa não teria funcionado se tivesse sido entregue com as letras garrafais e bombásticas que o Stan Lee adorava, mas seu design de fato é um ajuste perfeito com a aparência de Frank Castle.

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Enquanto Ross Andru desenhou os interiores desta edição, a capa foi feita pela equipe de Gil Kane e John Romita. O legado da capa pode ser claramente visto nas muitas vezes que as capas a homenagearam ao longo dos anos, em quadrinhos tão diversos como What If? Amazing Spider-Girl e Ultimate Avengers vs New Ultimates.

3. SPIDER-MAN #1

spider-man #1

Quando Todd McFarlane deixou as tarefas do lápis em Amazing Spider-Man, ele não deixou o Cabeça de Teia pra trás. A Marvel lançou um quarto título do Spider-Man em agosto de 1990, com McFarlane escrevendo e ilustrando o nosso herói. O tom da série era geralmente mais sombrio do que as aventuras típicas do Homem-Aranha, mas a arte continha todas as marcas de McFarlane. Os olhos enormes no traje, o excesso nas teias, as poses contorcidas, todos os elementos estavam atuais e corretos.

A capa icônica contém todos esses elementos e se tornou uma das mais conhecidas imagens modernas do Aranha. A edição vendeu mais de dois milhões e meio de cópias – o suficiente pra comprar um monte de cartuchos de web. Como talvez sua imagem mais famosa, não é nenhuma surpresa que McFarlane voltou a ela em várias ocasiões, replicando-a pra Spawn #8, Spawn #231 e até mesmo em Spider-Man #13, onde retratou o retorno temporário ao seu traje negro.

2. AMAZING SPIDER-MAN #50

amazing spider-man #50

Quão icônica é essa capa? Icônica o suficiente pra inspirar inúmeras homenagens em títulos que vão de Bartman até Howard, o Pato. É um conceito relativamente simples, com Peter Parker tentando se afastar da sombra de sua vida como Homem-Aranha. A arte de John Romita é perfeita, ajudando a levar esta capa a um nível elevado. Capas podem muitas vezes cometer o erro de serem sobrecarregadas, distraindo o leitor da mensagem central que estão tentando retratar. Aqui, é imediatamente claro, acompanhado por um subtítulo sucinto que diz tudo: “Homem-Aranha nunca mais!” Qual leitor poderia resistir?

Esta capa tornou-se uma abreviatura visual pra grandes mudanças na vida de um personagem de quadrinhos, com outros personagens representando o papel de Peter Parker, incluindo Megatron, Bart Simpson e Porco-Aranha. Como se isso não bastasse, o que torna esta edição ainda mais especial é que, uma página interior onde Peter descarta seu traje em um lixo se tornou tão icônica quanto a capa da edição. A cena foi replicada no filme Homem-Aranha 2 e em quadrinhos como O Incrível Hulk e Liga da Justiça.

1. AMAZING FANTASY#15

amazing fantasy #15

Amazing Fantasy #15, a primeira aparição de um estranho novo personagem chamado Homem-Aranha, não é apenas a capa mais icônica do Cabeça de Teia: é uma das capas mais icônicas em todo o gênero dos super-heróis. É tão familiar que ela foi referenciada e replicada de inúmeras maneiras. Um dos exemplos mais interessantes foi o de Deadpool #11, onde Wade foi colocado na posição de Homem-Aranha, ironizando o fato de que o Cabeça de Teia estava usando os balões amarelos, marca registrada do Mercenário Tagarela.

Um aspecto interessante da capa é que ela não foi desenhada por Steve Ditko, apesar dele desenhar a origem do Aranha. Ditko desenhou uma capa, mas ela foi substituída por um desenho de Jack Kirby, com tinta de Ditko. A versão de Ditko tem o mesmo formato do Homem-Aranha balançando a teia enquanto carrega seu passageiro, mas coloca a cena muito mais perto ao nível urbano, com espectadores evidentes na rua e em edifícios. A versão de Jack Kirby mantém os espectadores, mas movendo a cena pra cima e colocando-os sobre os edifícios, instantaneamente tornando o nosso herói uma figura mais imponente e misterioso. Nunca se saberá se o Homem-Aranha teria sido um grande sucesso se a capa de Steve Ditko tivesse sido usada. O que pode ser dito é que a fusão de seu talento com o de Jack Kirby criou a mais icônica capa do Homem-Aranha de todos os tempos.

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Fonte: http://www.cbr.com/the-15-most-iconic-spider-man-covers/


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