Diretor do anime critica elenco do filme live-action de Fullmetal Alchemist

Otakus chegam a tremer quando escutam a expressão “filme live-action”. As adaptações cinematográficas para obras clássicas da cultura pop japonesa, como Dragon Ball (Dragonball Evolution) e Death Note (autointitulada), foram duramente criticadas pelos fãs. E a adaptação com atores reais para Fullmetal Alchemist parece seguir o mesmo caminho.

A ideia de fazer versão em filme live-action para Fullmetal Alchemist não agradou nem mesmo ao diretor Seiji Mizushima, que trabalhou no anime. Em um painel realizado no Nikufes Tokyo 2017, com os produtores Hiroshi Kanemaru e Tomoki Misawa, Seiji Mizushima fez críticas ao elenco escalado para Fullmetal Alchemist.

Conforme dito por Seiji Mizushima, se pedissem a opinião dele sobre a capacidade dos atores em atuar no filme, ele diria que não. O motivo? De acordo com Mizushima, será difícil para esse elenco copiar o visual e a sensação do mangá. “Foi uma má ideia usar apenas atores japoneses”, pontuou. Apesar disso, ele afirmou torcer para que o resultado final seja interessante.

O diretor do anime também disparou contra outros filmes em live-action baseados em animes e mangás. Segundo ele, produções como o longa de Gintama são “bobos”. Os demais produtores comentaram que a adaptação de Terraformars também é ruim.

Sobre o filme Fullmetal Alchemist

Com estreia marcada para o dia 1° de dezembro, a versão live-action de Fullmetal Alchemist será estrelada por Yamada Ryosuke, da boyband japonesa Hey!Say!Jump. Ele interpreta Edward Elric, que, com seu irmão Alphonse, sofreram um acidente ao tentarem a técnica de transmutação humana.

Alphonse morre e Edward amputa seu braço direita, o que mantém a alma do irmão presa a uma armadura. O personagem, então, sai em busca de uma Pedra Filosofal que fará com que ele recupere o membro perdido e a vida de Alphonse.

Veja também:  Live Action de Fullmetal Alchemist estreia em 01 de dezembro

Sobre Fullmetal Alchemist

Fullmetal Alchemist foi lançado, inicialmente, como mangá, em 2001, na revista mensal japonesa Monthly Shōnen Gangan. Os seus 108 capítulos individuais foram compilados em 27 volumes e lançados posteriormente. A obra é licenciada e publicada no BRasil pela JBC.

Posteriormente, em 2003, o anime passou a ser produzido, com 51 episódios em sua edição original e 64 (e 4 OVAs) da expansão Brotherhood, além de dois filmes, Conqueror of Shamballa e The Sacred Star of Milos.


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