Games Excelentes Condenados por Videogames Ruins

Quanto mais games são produzidos, maior a chance de alguns serem completamente negligenciados, mesmo que sendo excelentes. Às vezes os jogos são à frente de seu tempo e não conseguem atrair o público, enquanto outros se ofuscam por títulos mais populares. Em muitos casos, porém, os jogos são esquecidos simplesmente porque apareceram exclusivamente em videogames profundamente impopulares. Aqui estão alguns jogos fantásticos que podem ser desconhecidos pra você devido à má reputação de seus consoles.

Dragon Force (Sega Saturn)

O Sega Saturn não combinava com a popularidade do Nintendo 64 ou do PlayStation, embora isso não quer dizer que não havia alguns bons jogos pro sistema. Muitos jogadores “old-school” conhecem a série Panzer Dragoon e Nights do Saturn. Um jogo esquecido, mas igualmente bom, é Dragon Force. Neste híbrido de RPG e estratégia, você comanda enormes exércitos medievais em batalhas em tempo real. Jogue e você vai sentir como se estivesse retomando Winterfell de Ramsay Bolton – de forma 2D e com sprites. Infelizmente, o jogo só apareceu nas Américas em 1998 e sua única sequência simplesmente não foi traduzida.

Castlevania: Rondo of Blood (TurboDuo)

O Turbo Grafx 16 – conhecido como o PC Engine no Japão – nunca pegou no Ocidente – e não foi por falta de tentativas por parte da NEC. Seu insucesso é uma possível razão pra que alguns dos seus melhores jogos nunca tenham sido traduzido pro inglês, como o Castlevania: Rondo of Blood. Este é o “prequel” do clássico do PlayStation, Castlevania: Symphony of the Night. É o típico Castlevania: inimigos, chicote, corações, vampiros etc. No entanto, é um grande título, além da trilha sonora com qualidade de CD ser, sem dúvidas, uma das melhores em qualquer jogo do Castlevania. Durante muito tempo, a única maneira de jogar Rondo of Blood foi importá-lo do Japão, até que a versão original finalmente chegou à América em 2009, via console virtual do Nintendo Wii.

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Star Control 2 (Panasonic 3DO)

O 3DO da Panasonic não conseguiu atrair atenção por causa do seu alto preço e sua forte dependência de jogos “filmes interativos” horríveis. Entre as poucas exceções está o RPG sci-fi Star Control 2, considerado por alguns como um dos melhores jogos de PC já feitos. Star Control 2 permite explorar as vastas extensões do espaço e interagir com inúmeras raças alienígenas. Este estilo de mundo aberto, tão comum hoje em dia, foi sem precedentes e sem paralelos na época. Embora Star Control 2 também tenha sido lançado no PC, você só poderia jogar uma versão de console no 3DO, o que não significou nada menos que o esquecimento.

The Apprentice (Philips CD-i)

Muitos gamers consideram o Philips CD-i como um dos piores videogames de todos os tempos, em grande parte graças à sua longa lista de jogos esquecíveis, remendados e absolutamente terríveis – só a trilogia Unholy Triforce já bastaria. No entanto, houve alguns pontos brilhantes entre a malignidade do sistema. The Apprentice – felizmente não estrelado por Donald Trump – é um jogo divertido que mantém a distinção de ser um dos poucos jogos de plataformas no sistema. Você controla Marvin, um aprendiz de feiticeiro, em uma série de ambientes 2D coloridos. O jogo é único porque cada nível é vertical, em vez do sidescroller tradicional. Os gráficos 2D são ricos e bem animados – como uma reminiscência de Rayman -, enquanto a música com qualidade de CD é apropriadamente alegre e envolvente. Além disso, a desenvolvedora holandesa Vision Factory adicionou uma grande quantidade de humor em The Apprentice, incluindo várias paródias de Mortal Kombat, que você pode desbloquear através da tela de Game Over. Os resultados – incluindo Marvin realizando um “nudality” em várias mulheres – teria evocado a ira dos pais em 1994, se alguém tivesse realmente jogado. Mas de alguma forma, The Apprentice fugiu da classificação pra adultos. Bravo, Vision Factory. Bravo!

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Snatcher (Sega CD)

Snatcher é uma aventura futurista produzida pela Konami no início dos anos 90. É notável por ser um dos jogos “não-Metal Gear” do desenvolvedor Hideo Kojima. Aqui, você joga como o detetive Gillian Seed, que tem a tarefa de caçar assassinos robóticos chamados Snatchers. O enredo é uma homenagem transparente ao Blade Runner, mas contém novidades o suficiente pra ser interessante. Você passa a maior parte do seu tempo resolvendo quebra-cabeças e se engajando em conversas com os suspeitos e testemunhas. Ocasionalmente, você também deve lutar contra Snatchers durante cenas de tiro. Snatcher também contém uma quantidade surpreendente de dublagem pro seu tempo, embora ninguém tenha ganhando algum prêmio pela performance. Embora a Konami tenha lançado Snatcher em muitos consoles no Japão, o game só teve lançamento ocidental no Sega CD – o malfadado add-on pro Mega Drive – sendo inegavelmente um dos poucos destaques do sistema.

Mario Clash (Virtual Boy)

Antes do Wii U, o maior passo em falso da Nintendo era um instrumento de tortura chamado Virtual Boy. O sistema era essencialmente um par de óculos vermelhos em um suporte que simulava um efeito tridimensional quando você olhava pra ele. Entre os muitos problemas do Virtual Boy, estão os gráficos limitados, efeitos adversos à saúde provocados pelas cores vermelho e preto e as numerosas dores que você poderia experimentar ao jogar, incluindo pescoço e cabeça. Oh sim, e a Nintendo lançou somente 14 jogos pro Virtual Boy no Ocidente, muitos dos quais foram medíocres. Ninguém lembra do Waterworld com um sentimento de nostalgia – muito parecido com o filme, na verdade. Felizmente, havia alguns bons jogos pro sistema, se você tivesse fôlego pra jogá-los. O principal deles é Mario Clash, essencialmente um remake do jogo de arcade do Mario Bros. de 1983. Embora não seja original, Mario Clash é viciante e faz bom uso dos recursos 3D do Virtual Boy. Vale a pena conferir, desde que você tenha um Virtual Boy, coluna vertebral de aço e olhos biônicos.

Fonte: http://www.grunge.com/17207/great-video-games-stuck-terrible-systems/


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