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Mais 6 Mulheres que Estão Mudando o Universo Nerd

Este texto é a continuação do texto “5 Mulheres que Estão Mudando o Universo Nerd”. Para ler a primeira parte, clique aqui.

6. Melinda Hartwig – Sonhando mo Antigo Egito

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Melinda Hartwig é egiptóloga e professora associada da Georgia State University, especializada na história da arte e arqueologia do Egito Antigo. Ela é curadora e organizadora de exposições de peças de museu, dirige escavações arqueológicas no Egito e já apareceu no Discovery Channel e no National Geographic como uma especialista em pirâmides e tumbas egípcias. “Sempre perguntam se eu encontrei algo valioso, como ouro, e eu lhes digo que felizmente não”, disse ela. “Se eu achasse, o meu projeto se transformaria num circo da mídia. Eu trabalho em silêncio, documentando túmulos e os preservando. E, claro, eu sempre publico meus resultados ou eu não seria melhor do que um ladrão de túmulos!”

Como é ser nerd?
Estou completamente absorta no que eu faço, chegando até a excluir os detalhes da vida cotidiana, como fazer compras ou lavar roupas – coitado do meu marido! Eu também sou uma introvertida extrovertida, porque eu adoro explicar Antigo Egito ao público. Mas realmente me sinto mais feliz sozinha, sentada num túmulo trabalhando numa inscrição ou na frente do meu computador com uma xícara de café.

Quem são seus heróis?
Estou sempre inspirada pelas mulheres que tomaram a estrada menos percorrida e não cederam ao que a sociedade dizia que elas deveriam ser. Mas eu também valorizo as mulheres que equilibram sua humanidade com a sua ambição e inteligência. E elas precisam ser legais pra tomar uma bebida. Nesse grupo, gostaria de colocar Hillary Clinton, Sonia Sotomayor, Helen Mirren – e essas são as que estão vivas!

Que conselho você pode dar pra próxima geração de meninas geeks/nerds?
Siga o que você ama. Não dê ouvidos a qualquer negatividade sobre você ou seus objetivos. Perceba que você é sua melhor cheerleader e tenha tempo pra comemorar as pequenas vitórias ao longo do caminho. Saiba que o dinheiro virá eventualmente. E nunca, nunca, nunca desista.

7. Jillian Venters – Cronista de Cultura Gótica

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Jillian Venters é uma escritora/editora técnica durante o dia. Mas quando sai do escritório, ela é a senhora que guia a comunidade gótica por todos os tipos de crises de conduta. Ela administra a Gothic Charm School e suas contas do Tumblr e Twitter, e até escreveu um livro sobre as conversas que ela tem com a comunidade gótica. “Eu sou uma espécie de estranha deusa fada-mãe, criatura-tia de uma grande comunidade de góticos online”, disse ela. “Eu tento dar conselhos aos góticos ou quaisquer outros tipos de subcultura, porque muitas das grandes questões é que o estilo de vida alternativo dessas pessoas não cabem em qualquer outro nicho. É, “socorro, sou um pouco diferente do normal, como faço pra lidar com esses problemas?”.

Como é ser geek?
Na minha léxica pessoal, geek é mais sobre cultura pop e jogos e sobre ter uma ampla variedade de interesses e conversar com pessoas que pensam como você. Eu sigo os caminhos das coisas que realmente me atraem, o que acaba por ser a literatura gótica do século 19 e como ela se manifesta na cultura pop. Meus pais realmente não esperavam que eu fosse uma criança normal. Meu pai fala com orgulho sobre como ele me criou pra ser sua vingança contra a sociedade. Meu é pai um fã old-school de ficção científica. Quando eu tinha 10 anos, ele chegou em casa e disse: “Meus amigos estão jogando este jogo chamado Dungeons and Dragons.” Papai prontamente correu e pegou um jogo e nós nos sentamos e jogamos RPG. Foi ótimo! Então, ser um geek também não significa sentir que você tem que ser definido por qualquer rótulo específico de gênero, cultura ou interesse.

Quem são seus heróis?
Ray Bradbury. Eu meio que brinco dizendo que Ray Bradbury é o meu santo padroeiro, mas ele é meu autor favorito de todos os tempos. Tudo que eu já li sobre ele, todas as entrevistas, ele era verdadeiramente um homem bom. Apenas genuinamente um doce de pessoa, sempre foi gentil com as pessoas que ele conheceu, sempre foi gentil com os fãs. E sempre foi uma pessoa aberta. “Estas são as coisas que me interessam, estas são as coisas que eu quero escrever. Algumas outras pessoas não pensam que foguetes ou naves espaciais são apropriadas pra se escrever sobre, tanto faz, eu vou pegar meus dinossauros de brinquedo e ir pra outro lugar.” Um dos meus outros grandes ídolos é a Miss Manners, Judith Martin. Ela é uma daquelas pessoas que lhe dão conselhos, mas também estão perfeitamente dispostas a dizer: “A pergunta que você fez é meio ridícula”. Ela é uma pessoa que é infalivelmente gentil com os fãs, sempre foi muito gentil com as pessoas. Isso é uma grande coisa pra mim.

Que conselho você pode dar pra próxima geração de meninas geeks/nerds?
O maior conselho, o meu pai me deu quando eu tinha uns 8 ou 9 anos e comecei realmente a perceber que as coisas que eu estava interessada e as coisas que me animavam eram diferentes das outras crianças. Então meu pai me sentou e disse: “Ok, você é estranha. Não há nada de errado em ser estranho. Orgulhe-se disso. Sempre abrace quem você é. Não deixe ninguém lhe dizer que você não pode ser quem você quer ser ou o que você quer ser. Porque, no final do dia, a opinião mais importante sobre quem você é, é a sua própria”.

8. Anita Sengupta – Cientista de Foguetes

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Anita Sengupta é a gerente do projeto Jet Propulsion Laboratory no Cold Atom Laboratory da NASA. Ela é mais famosa por desembarcar materiais em Marte. “Eu fiz o pára-quedas pro Curiosity de Marte pra NASA. Eu aterrissei coisas em Marte. Isso é meio que o oposto da ciência de foguetes, porque você usa coisas pra atrasá-lo em vez de acelerá-lo.” Seu doutorado é em Física do Plasma. “Quando eles dizem Propulsor de Íons em Star Trek, esse é o assunto do meu Ph.D.”, disse Sengupta. Mas o que ela está fazendo no Cold Atom Laboratory é mais difícil de explicar pras pessoas fora da NASA, disse ela. É física atômica pra Estação Espacial Internacional. “Quando a temperaturas desce pra perto do zero absoluto, a matéria começa a se comportar como ondas semelhantes a bolas de bilhar, como a luz faz, em vez de partículas.”

Como é ser geek?
Eu sou uma grande fã de ficção científica. Essa é realmente a razão que eu tenho pro que eu estou fazendo, eu era uma enorme fã de Doctor Who e Star Trek quando era uma garotinha. Eu queria permitir algum tipo de exploração espacial. Essa sempre foi a minha vida. Minha comunidade de amigos sempre foi pessoas que amavam ficção científica. Pra mim, são completamente normais palavras como “geek” e “nerd”, porque essas pessoas eram os meus amigos. Quando eu encontro pessoas que não gostam de ficção científica eu penso: “O que há de errado com você?”.

Quem são seus heróis?
O que me impressionou sobre Doctor Who foi que ele era tão inteligente e podia fazer qualquer coisa e sabia de tudo. A habilidade de ser capaz de fazer qualquer coisa era uma coisa boa pra buscar. E ele era compassivo e todos o respeitavam. Era uma pessoa agradável. Eu gostava de Spock e Data também. Spock é do Star Trek original e Data foi do The Next Generation – o que eu assisti na infância. Eu amei Data. Acho que gosto de personagens que são almas torturadas. Também porque Spock e Data são tão inocentes e honestos sobre tudo, eu sempre tentei viver minha vida dessa maneira também.

Que conselho você pode dar pra próxima geração de meninas geeks/nerds?
Eu acho que a coisa mais incrível, em termos de futuras carreiras, como empregos futuros em potencial, melhores perspectivas de emprego, renda estável, bom rendimento, carreiras intelectualmente estimulantes, é que elas estão todas no setor de tecnologia. Então, se o seu foco é aeroespacial, como o meu, ou computadores, aviões, trens ou motos, a alta tecnologia é o lugar onde eles estão. Então, se você já está interessada nisso, você está se preparando pro caminho de uma grande carreira. Assim, em primeiro lugar, obtenha o seu diploma em engenharia, ciência da computação, ou uma das ciências exatas. Eu acho que é uma coisa boa e provavelmente significa que você vai ser muito bem sucedida na vida.

9. Karen Tanenbaum – Escritora Steampunk

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A programadora Karen Tanenbaum está trabalhando no desenvolvimento de um aplicativo pra incentivar a aprendizagem de meninas em STEM – science, technology, engineering, and mathematics -, através de atividades lúdicas. Seu alter-ego é o de “steampunk wearables tinkerer” – pensadora de produtos retrofuturistas -, junto com seu marido na Tanenbaum Fabrications. Profundamente arraigada tanto no evento Maker Faire e nas comunidades steampunk, Karen e seu marido Josh criam adereços no centro da convergência de narrativas e tecnologia. Eles até mesmo escrevem artigos acadêmicos sobre suas ferramentas steampunk. “Eu acho que o crescimento exponencial do movimento Maker, e, em menor escala, do Steampunk mostram que as pessoas têm um desejo aguçado pra se relacionar com a tecnologia de uma forma diferente”, disse ela. “Queremos desmontá-la, reconfigurá-la, reinventá-la.”

Como é ser geek?
Nós, na verdade, nomeamos nosso site como Geek Movement – embora não o utilizemos mais. Ser um geek é realmente seguir sua paixão. Eu acho que cada vez mais nos dias de hoje há uma aceitação crescente de que as pessoas sejam mais estranhas e um pouco fora do comum e entusiasmadas com as coisas. Tudo sobre se aprofundar, ser um fã, colecionar e fazer coisas estranhas. É estar inserido em algo e criar coisas, se conectar com as pessoas e compartilhar isso. Ser estranho não significa estar sozinho – você poder ser estranho e encontrar outras pessoas pra serem estranhos com você.

Quem são seus heróis?
Há algumas grandes geeks por aí. Pra mim, as duas primeiras seriam Limor Fried, que é a criadora da Adafruit Industries, e ela fez um monte de trabalhos em hardware e software open-source e tecnologias. E, em seguida, do lado da cultura popular, Felicia Day é uma daquelas meninas geeks clássicas que sai e faz suas coisas estranhas, o que é realmente inspirador.

Que conselho você pode dar pra próxima geração de meninas nerds/geeks?
A melhor coisa que você pode fazer é uma só: Comprometa-se com suas próprias paixões. Não deixe que as pessoas te digam “essas coisas não são interessantes ou legais”. E, em seguida: Faça o seu melhor pra encontrar pessoas que se sentem da mesma maneira. Há tantas oportunidades pra se conectar online e através de convenções e feiras e todos esses outros tipos de coisas. Encontrar aquele grupo de pessoas com quem você pode compartilhar é o que te mantém incentivado.

10. Trachette Jackson – Desencadeando o Potencial de Matemática

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“Eu me descreveria como uma bióloga matemática que trabalha na área da pesquisa oncológica computacional”, disse Trachette Jackson, uma professora de matemática associada da University of Michigan e co-diretora do Mathematical Biology Research Group. (Ela também foi a primeira mulher afro-americana a receber o Alfred P. Sloan Research Award de Matemática, em 2003.) “Eu geralmente digo às pessoas que eu uso equações matemáticas pra descrever como os tumores crescem e pra otimizar a terapia”, disse ela. “A maioria das pessoas ficam surpresas que a matemática pode desemprenhar um papel na resposta a essas perguntas.”

Como é ser nerd?
Eu, com certeza, sou bastante nerd, eu sou introvertida e posso facilmente me pegar pensando no meu trabalho. Eu realmente aprecio a resolução de problemas matemáticos, pra mim é divertido!

Quem são seus heróis?
Meus heróis são todos os matemáticos minoritários sub-representados que abriram o caminho pra mim. Eu trabalho duro pra fazer pros outros o que seus legados fizeram por mim.

Que conselho você pode dar pra próxima geração de meninas nerds/geeks?
Meu conselho seria pra abraçarem o seu verdadeiro eu! Não esconda a sua cientista/matemática interior – liberte-a pro mundo e ela não vai te decepcionar!

11. Jenna Busch – Reorganizadora da Cultura Pop

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Jenna Busch começou sua carreira no show biz como atriz. Em seguida, ela foi maquiadora e mais tarde tornou-se repórter e produtora de entretimento. Ela apresenta o programa Cocktails with Stan ao lado da lenda da Marvel, Stan Lee. Ela escreveu duas histórias pro livro de antologia de quadrinhos Womanthology, “Archetypes” – arte por Elisa Feliz – e “LadyBird” – em co-autoria de Rachel Pandich e arte por Janet Lee. Ela atualmente escreve sobre mulheres na indústria de entretenimento e quadrinhos pruma enorme quantidade de canais de cultura pop influentes, que vão desde Blastr ao Huffington Post. Ela também fundou a “Legion of Leia”, uma comunidade que se esforça pra promover fãs e simpatizantes de fãs do sexo feminino. “Legion of Lea foi em reação ao anúncio do elenco do Star Wars Episódio VII. Houve apenas um novo personagem feminino e sete novos homens”, disse Busch. “Eu não queria apenas reclamar. Pedi a comunidade pra usar imagens da Princesa Leia como seu avatar em suas mídias sociais. “Centenas de milhares de pessoas fizeram isso e uma nova rede geek nasceu”.

Como é ser geek?
É engraçado, ser geek agora é tão diferente do que era quando eu era criança. Eu nunca tive problemas em ser fã de coisas geeks quando era pequena. Eu era uma fã de Star Wars, nenhum dos meus amigos eram fãs de Star Wars. Mas quanto mais velha eu fiquei e quanto mais fã eu fiquei, mais as pessoas pareciam ficar surpresas com isto. Pra mim, trata-se apenas de ser uma geek. Você começa: “Oh, você não parece uma geek”, ou “Você joga videogame? Sério?” O que é estranho, porque 50% dos jogadores são mulheres. Eles dizem: “Oh, você lê histórias em quadrinhos? Você escreve histórias em quadrinhos?” A mesma coisa, 48% dos compradores de quadrinhos são mulheres”.

Quem são seus heróis?
Minha primeira entrada no mundo geek foi com Star Wars, mas meu segundo foi um romance de fantasia chamado Dragonsong, da Anne McCaffrey. Eu provavelmente era jovem demais pra ler os seus livros quando eu comecei a lê-los, mas eu li. Eu li tudo o que ela escreveu, ela escreveu sci-fi e fantasia. Ela tinha um mundo de fantasia que, depois de muitos, muitos romances, tornou-se sci-fi. Ela explodiu minha mente. Quando eu era criança, não existia Wikipedia, mas eu fiz tudo o que pude pra descobrir mais sobre ela. Eu descobri que quando ela começou a escrever, não havia outras mulheres que fizessem isso. Ela tinha se divorciado, era uma mãe solteira e decidiu começar a escrever sci-fi e fantasia. Eu acho que, se você pensar sobre isso, o fato de que eu estou na minha terceira carreira, provavelmente, diz que eu tentei seguir o seu exemplo.

Que conselho você pode dar pra próxima geração de meninas nerds/geeks?
Primeiro de tudo, não tenha medo de mudar o seu caminho sempre que você quiser. E não me refiro apenas a mudar de carreira, eu quero dizer dar saltos de fé. Mesmo que você possa falhar, é realmente importante tentar. O outro conselho, e isso é realmente importante agora, especialmente com coisas como Gamergate e o que aconteceu recentemente, não pare de falar sobre o que você ama e não pare de falar sobre as coisas que você acha que estão erradas na comunidade. Eu sei que há dias em que definitivamente, depois de ter que banir 27 pessoas da minha página do Facebook, eu penso: “Por que estou fazendo isso de novo?” Mas é importante. Uma vez, numa convenção, alguém trouxe o filho pequeno e disse: “Meu filho não quis a camisa dos Guardiões da Galáxia porque a Gamora não estava nela e ele queria a equipe toda.” Ou “Eu quero que o meu filho veja que existem mulheres poderosas, bem como homens poderosos”. Num evento, uma menininha puxou minha perna enquanto eu estava mostrando a história em quadrinhos que eu fiz a alguém, e ela disse “você está nessa revista?”, e eu disse “sim”, e ela disse “posso te abraçar?” e a mãe dela me explicou que ela adorava histórias em quadrinhos, mas ela não sabia que as meninas faziam isso. Assim, apesar de todas as coisas que são apenas falsas sobre mulheres no mundo geek, fazer ouvir as nossas vozes é realmente importante.

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