Os 4 maiores deslizes de Rogue One

Como o primeiro filme verdadeiramente autônomo na franquia, houve muita pressão sobre Rogue One: Uma História Star Wars. Felizmente, o filme é muito bom, mas não é perfeito.

O diretor Gareth Edwards fez um trabalho positivamente incrível de narrar uma história que vive e respira no retro-futuro dos anos 70 que George Lucas criou com o seu primeiro filme Star Wars. Desde a tecnologia desajeitada até os bigodes, ele obtém todos os pequenos detalhes certos. A história também faz um excelente trabalho de introdução de um elenco diversificado de novos personagens pra liderar a narrativa, com o único tropeço real chegando quando eles tentam se interligar diretamente com Uma Nova Esperança. A Disney estava apontando pra coesão, mas esse detalhe saiu meio nas coxas.

Personagens clássicos

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A única coisa que o filme deveria ter feito de forma diferente? Desenvolver melhor os personagens clássicos ou simplesmente não usá-los. O único personagem que eles conseguiram usar em todo seu potencial foi o Grand Moff Tarkin – embora o CGI usado pra ressuscitar digitalmente o falecido Peter Cushing deixe muito a desejar. Nós o vemos apresentado aqui como o superior de Krennic e, embora seu papel seja pequeno, ele funciona. Ele vê o sucesso potencial da Estrela da Morte e quer tomar o crédito por isso, então pressiona Krennic pra fazer o assassino de planetas funcionar. Um arco simples, mas eficaz.

O dilema do Darth Vader

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Darth Vader também aparece em algumas cenas, mas eles realmente não teve muita utilidade – além de derramar lágrimas dos fãs mais saudosistas. Mas ele só aparece realmente pra respirar com dificuldade, estrangular Krennic com a Força e fatiar uma brigada de soldados Rebeldes – e que sequência de ação infernal! Mas seu papel simplesmente não pareceu necessário. Você tem que se perguntar se Vader não merecia um papel maior, já os trailers mostram pelo menos uma cena adicional de Vader que não estava na versão final.

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O verdadeiro problema é quando eles tentam construir os futuros heróis da franquia clássica de Star Wars. A aparição de C-3PO e R2-D2, por exemplo é breve e descartável. Sim, os personagens favoritos dos fãs não podiam ficar de fora de um filme Star Wars. Mas se há algum filme que poderia quebrar essa tradição, é o primeiro spin off.

O problema da Leia

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Aqui está uma falha grande: aquela cena final indigna. Durante todo o filme de duas horas, nos dizem que essa é a história de Jyn roubando os planos da Estrela da Morte. É sobre esses personagens e sua missão suicida pra dar à Rebelião a chance de sobreviver. Funciona muito bem e dá vida à história – o que é excelente, especialmente considerando que já sabemos o final. Mas ao discutir como eles roubarão os tais planos, Bail Organa – Jimmy Smits, reprisando seu papel da Trilogia Prequel – alude ao fato de que existe um agente a quem confiaria sua vida. Qualquer um que tenha visto Uma Nova Esperança sabe que ele está obviamente referindo-se à sua filha Leia, que acaba escondendo os planos da Estrela da Morte. A cena final termina em CGI da jovem Leia quando ela recebe os planos. Claro, é um momento “uau!”, mas distrai do trágico fim de Jyn, Cassian e todos os outros em sua missão.

Uma Nova Esperança

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O final do filme introduz uma personagem que tem obviamente uma importância monumental e em uma cena fundamental, mas sem configuração adicional. Sim, os fãs sabem quem é Leia e o que ela está prestes a fazer. Mas não se enquadra no contexto de Rogue One. Imagine que você nunca viu um filme de Star Wars – sim, existem pessoas que nunca assistiram nada da franquia, aceite o fato – e este filme termina nesta cena extremamente estranha. Eles deveriam ter feito: A, introduzir Leia em uma cena anterior, dando alguns antecedentes sobre o seu papel; B, eliminar a cena final completamente e apenas encerrar a história de Jyn ao obter os planos pra Aliança Rebelde.

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Ironicamente, tentar adicionar Star Wars demais foi uma das coisas que atrapalharam Rogue One.

Fonte: http://www.looper.com/34766/one-thing-rogue-one-done-differently-2/

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